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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Frei Fernando Ventura

Grande Homem este!

Sonho um pais em que os homens sintam esta clarividência! Em que homens são mais homens, menos ladrões, corruptos, mentirosos, diplomáticos, graxistas e automatas...

Sonho uma Igreja, em que nos deixemos de prostrar diante de um poder politico bacôco... e sejamos como Jesus foi: Verdadeiro, Livre, todo Amor!

Sonho em dizer isto:

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Intolerâncias

Constança Cunha e Sá, Jornalista
ARTIGO PUBLICADO NO CORREIO DA MANHÃ DE 20/04/2010

Um Estado laico não é um Estado anti-religioso, incapaz de compreender a dimensão pública da fé.

Como seria de esperar, a visita do Papa a Portugal já deu origem a uma pequena e comovente polémica sobre a tolerância de ponto decretada pelo Governo. Os fanáticos do costume decretaram que pretendiam trabalhar nesses três dias a bem da separação do Estado e da Igreja e – pasme-se – em prol da produtividade nacional que, na sua douta opinião, não pode ser abalada pela visita de um "líder religioso qualquer" que decida deslocar-se ao nosso país. Até a CIP e as centrais sindicais, esses pilares da nossa economia, se pronunciaram patrioticamente contra a decisão tomada pelo Governo, alertando para a crise em que vivemos e para a necessidade dos funcionários públicos contribuírem, com o seu trabalho, para o aumento da produtividade e para o desenvolvimento da pátria.

É evidente que este reconhecimento súbito do estado em que nos encontramos não deixa de ser salutar, sendo de esperar, nomeadamente por parte dos sindicatos, exemplos futuros de responsabilidade e compreensão pela situação em que se encontram as finanças públicas e a economia portuguesa. Custa-me a crer que sindicalistas, tão atentos aos custos da visita do Papa, se entretenham depois a promover greves que, para além de não levarem em linha de conta a crise em que nos encontramos, não contribuem certamente para o dito aumento da produtividade. Tudo isto seria um pouco ridículo – e é – se por trás destes nobres objectivos não se escondesse o velho preconceito contra a Igreja e o zelo anticlerical de meia dúzia de figuras públicas, sempre em busca de crucifixos nas escolas e de outros sinais religiosos no espaço público. Ao contrário do que tem sido dito, o que está em causa não é a neutralidade do Estado em relação às diversas religiões, mas a incapacidade de perceber que, num país de tradição católica, o Papa não é um "líder religioso qualquer", como tem sido amplamente referido.

Pretender equipar a visita de Bento XVI à visita de qualquer outro líder religioso (hindu ou muçulmano, como já vi defender) é não compreender a realidade portuguesa e desconhecer totalmente a sua história. Há uma ligação entre o País (e o ocidente, em geral) e a Igreja que um Estado laico deve saber reconhecer. Um Estado laico não é sinónimo de um Estado anti-religioso, incapaz de compreender a dimensão pública da fé. E a crer nalgumas coisas que por aí têm sido escritas, dá ideia de que o Papa, não lhe sendo retirado o direito de viajar pelo mundo, devia ter, pelo menos, a decência de o fazer clandestinamente. De forma a não importunar ninguém. Porque o problema é que este Papa, em particular, importuna.

sábado, 14 de novembro de 2009

fertilidade muçulmana e fertilidade católica

"...vale a pena ver como estamos a morrer sem alaridos, em silêncio, longe das câmaras ou holofotes, sem extensas coberturas noticiosas, onde os lobbies maçónicos ou homossexuais não manipulam. Afinal, a vida sexual do mundo ocidental, no mínimo, longe de ser pujante, como muitos a gostam de mostrar, é própria de impotentes e inférteis!..."
Este texto não sendo meu, diz exactamente aquilo que eu penso sobre o assunto!
pobre velho mundo!