Hoje vivi um dos momentos mais interessantes da minha vida sacerdotal, e não posso deixar de o partilhar convosco!
Estive a celebrar o casamento de um par de noivos de 90 anos...
Ali presentes, filhos, netos, bisnetos... assistiram... choraram... bateram palmas...
e também lá estavam os visitadores de doentes que descobriram este par, que acalentava um velho sonho: casar!
Eu ali no meio sentia-me como uma peça de um xadrez nada usual...
No final, tudo como no casamento dos mais novos:
o beijo,
o champanhe,
o bolo...
Senti-me confirmado na minha vida sacerdotal e quando em lágrimas de deram um sorriso de obrigado, pelo que fizera por eles e por realizar e concretizar o sonho de uma vida, disse que tinha feito o meu dever... recebi mais, muito mais, do que dei ou fiz...
E quase no fim do dia... a oração tem de novo:
obrigado meu Deus, por mais este presente!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
corrida especial
Um dia o nosso mundo será todo assim...
até lá continuo com um problema...
mandamos todos uns aos outros estas coisas muito lindas...
mas vivê-las...
Havemos de conseguir!
Para os amigos que se queixam da minha ausência:
eu estou bem, apenas com imenso trabalho!
bem sabem que detesto fazer as coisas, apenas por fazer... por isso dedico-me por inteiro. Corroios, para além disto é exigente e dá luta... eu cá estou nesta luta. Não me esqueço de nenhum de vós...
Já agora podem perturbar-me,
eu quero deixar-me perturbar e einquietar pelos amigos :))
até lá continuo com um problema...
mandamos todos uns aos outros estas coisas muito lindas...
mas vivê-las...
Havemos de conseguir!
Para os amigos que se queixam da minha ausência:
eu estou bem, apenas com imenso trabalho!
bem sabem que detesto fazer as coisas, apenas por fazer... por isso dedico-me por inteiro. Corroios, para além disto é exigente e dá luta... eu cá estou nesta luta. Não me esqueço de nenhum de vós...
Já agora podem perturbar-me,
eu quero deixar-me perturbar e einquietar pelos amigos :))
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MERCEDES SOSA - MARRON
Talvez uma das letras mais bonitas da musica universal...
uma artista que já não vive aqui... mas a música e a letra são eternas... e infelizmente actuais...
Marrón,marrón
por las cales de la villa
(por las cales de la villa)
se me astilla mi canción,
dos niños se pelean
por un rayo de sol.
Miseria, está muy fea,
miseria: qué pasó?
Nos dejes que te vea
tu espejo de cartón.
Marrón,marrón,
la luna de tua noche
fue luna de algodón,
duraba triste el frio
ganándole al carbon.
tapado de rocío,
perfecto dormilón,
soñaba algún baldio
su sueño de latón.
(soñaba algún baldio
su sueño de latón)
Canillita, se marchita
la niñez y la alegria,
lave ropa noche y dia,
lustre, lustre biem marrón.
Monedero sin dinero
no se asuste del ladrón.
Por las calles de la villa
se me astilla mi canción.
(Por las calles de la villa
se me astilla mi canción)
Marrón,marrón,
prestame una sonrisa,
te cambio una ilusión,
de dónde saco flores
si no hay ningún balcón?
(de dónde saco flores
si no hay ningún balcón?)
Si sobran los dolores,
si falta la razón.
De dónde saco flores
si nadie las plantó?
uma artista que já não vive aqui... mas a música e a letra são eternas... e infelizmente actuais...
Marrón,marrón
por las cales de la villa
(por las cales de la villa)
se me astilla mi canción,
dos niños se pelean
por un rayo de sol.
Miseria, está muy fea,
miseria: qué pasó?
Nos dejes que te vea
tu espejo de cartón.
Marrón,marrón,
la luna de tua noche
fue luna de algodón,
duraba triste el frio
ganándole al carbon.
tapado de rocío,
perfecto dormilón,
soñaba algún baldio
su sueño de latón.
(soñaba algún baldio
su sueño de latón)
Canillita, se marchita
la niñez y la alegria,
lave ropa noche y dia,
lustre, lustre biem marrón.
Monedero sin dinero
no se asuste del ladrón.
Por las calles de la villa
se me astilla mi canción.
(Por las calles de la villa
se me astilla mi canción)
Marrón,marrón,
prestame una sonrisa,
te cambio una ilusión,
de dónde saco flores
si no hay ningún balcón?
(de dónde saco flores
si no hay ningún balcón?)
Si sobran los dolores,
si falta la razón.
De dónde saco flores
si nadie las plantó?
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Dr. Marinho e Pinto: abertura ano judicial 2011
A verdade de um pais, cujos governantes vivem na opulência da ladroagem desenvergonhada, e de um povo que aparvalhado... acha que vive bem!
Será que não se merecem, uns e outros??
A verdade é sempre verdade.
Obrigado Dr Marinho, porque é preciso fazer doer para curar, mas temo que este pais já esteja em fase de gangrena!!
Será que não se merecem, uns e outros??
A verdade é sempre verdade.
Obrigado Dr Marinho, porque é preciso fazer doer para curar, mas temo que este pais já esteja em fase de gangrena!!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
ligado e/ou desligado
Na era da tecnologia e da globalização,
afinal "descobrimos" que também se morre de solidão!
Deixamos de saber viver
porque nos agarramos a outros diálogos,
que nos levam sempre para longe dali!
No fim descobrimos que afinal nunca falamos/dialogamos/conversamos,
Porque estivemos sempre a falar com outro alguém!
temos de desobrir que os telemóveis e afins também têm um botão off
para clicarmos no on do amor, da amizade, do diálogo
afinal "descobrimos" que também se morre de solidão!
Deixamos de saber viver
porque nos agarramos a outros diálogos,
que nos levam sempre para longe dali!
No fim descobrimos que afinal nunca falamos/dialogamos/conversamos,
Porque estivemos sempre a falar com outro alguém!
temos de desobrir que os telemóveis e afins também têm um botão off
para clicarmos no on do amor, da amizade, do diálogo
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
"Sou parva" (o)
Pelo menos, por falta de nomenclatura, esta geração não se pode queixar!
De "rasca" passamos a "parva"... eu até concordo com tudo o que os "deolinda" dizem, o que continuo a pensar é que esta geração fala muito e faz pouco, aliás como a anterior!
mas... fica o protesto... mais um, ou será este diferente?
Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
Sou da geração "casinha dos pais"
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
Sou da geração "vou queixar-me pra quê?"
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração "eu já não posso mais!"
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
De "rasca" passamos a "parva"... eu até concordo com tudo o que os "deolinda" dizem, o que continuo a pensar é que esta geração fala muito e faz pouco, aliás como a anterior!
mas... fica o protesto... mais um, ou será este diferente?
Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
Sou da geração "casinha dos pais"
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
Sou da geração "vou queixar-me pra quê?"
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração "eu já não posso mais!"
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
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