Estimados amigos...
Ainda a dias os cientistas anunciaram que estamos a chegar a um ponto sem retorno no nosso mundo... ainda que as teorias abundem sobre tudo e mais alguma coisa, neste ponto não há discussão, a poluição é mais que muita e os atentados naturais proliferam...
Para não pensarmos que a culpa é sempre dos outros, será bom rflectirmos sobre os nossos próprios comportamentos...
Afinal como me comporto eu...no "MEU MUNDO".
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
O nosso mundo!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Amigos
Um texto sobre amigos e amizade, que me mandou a minha amiga Jesus... Porque vale sempre "a pena" partilhar as coisas belas da literatura...
Vinicius de Moraes (1913-1980)
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o "amor", eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o "amor" tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me
alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
Um grande abraço a todos os meus amigos...
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o "amor", eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o "amor" tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
Um grande abraço a todos os meus amigos...
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Novos Padres...
A Diocese de Setubal, no passado dia 7 de outubro, passou a contar com dois novos Presbiteros...
Parabéns aos Padres Estevão e David.
Já agora só para avisar... que as próximas Ordenações são dia 6 de Janeiro... adivinhem quem vai ser ordenado!
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Muitas das vezes andamos á procura de coisas fantásticas para mudar o mundo... Acabamos por nada fazer, porque no fim, acabamos por não encontrar nada extraordinário.
Se calhar muitas dessas vezes bastaria interessarmo-nos pelo outro... e participar numa qualquer campanha... Mas na maioria das vezes, nem uma grátis assinatura queremos fazer...
"Já agora, vale a pena pensar nisto!"
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Ainda as férias...
Estimados contribuintes, leitores e assinantes.
Ó p'ra elas quentinhas...
Ai, que saudades...
Então para saberem por onde andei, para ter estado tanto tempo longe do Blog...então foi assim.
Primeiro as loucuras das espanhas né... onde visitamos pamplona em 35 minutos, nunca andei tão rápido... valeu os meus doutos conhecimentos da cidade.
ó p'ra nós lindos naquele lindo Monastério de Leyre.
Depois ai vão eles para França!
Lourdes... Obrigado Mário por insistires, foi muito bom voltar lá 10 anos depois.
E ai vão eles para Itália. Em itália, das toneladas de locais e monumentos... apaixonou-me Pompeia.
O desenho de conhecer a cidade do Vesuvio era muito grande... eis o forum, de onde desfrutamos uma vista fantática do enorme vulcão.
Mas também foi muito bem passado o dia em Mondragone, principalmente a comer as fantásticas filhoses napolitanas da Dª Assunta...
Depois ai vão eles para França!
E ai vão eles para Itália. Em itália, das toneladas de locais e monumentos... apaixonou-me Pompeia.
Mas também foi muito bem passado o dia em Mondragone, principalmente a comer as fantásticas filhoses napolitanas da Dª Assunta...
Ai, que saudades...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Salama.Salama!
Faz seis anos que acabou uma daquelas experiencias, que eu descrevi como "umas das melhores da minha vida, senão a melhor", que foi a missão em Moçambique!
Seis anos volvidos, ainda não desvaneceram as marcas da pele, como diria Mafalda Veiga. Nem da pele, do coração e tampouco da alma, pois Moçambique entranhou-se em mim, bem como todos aqueles que lá foram missionários comigo e para mim.
Seis anos de partida, também completam a Rosa e a Sara... A Vitória voltou... e cinco para a Vera. Ainda hoje nos tratamos por "manos", porque é isso que somos, de facto e de direito, porque estar lá, foi como nascer de novo.
Permanece o sonho de la voltar... não para repetir o que fomos... Apenas para poder a voltar a ver os "sorrisos eternos", poder ouvir o coração dos tambores a ressoar nas paredes das matas,para embriagar-me de novo com o cheiro da terra vermelha.
Minha mamanhô, como hoje sei que é verdade quando me dizias: "quem bebe a água de um rio de Moçambique, não esquece mais esta terra"... Não se pode. não se consegue.
Obrigado aos LBN, Missionários e Missionárias da Boa Nova, por tudo isto que ainda hoje vivo.
Obrigado manas Sara, Rosa, Vitória e Vera, pelo que me deram.
Noxukuro Moçambique.
Seis anos volvidos, ainda não desvaneceram as marcas da pele, como diria Mafalda Veiga. Nem da pele, do coração e tampouco da alma, pois Moçambique entranhou-se em mim, bem como todos aqueles que lá foram missionários comigo e para mim.Seis anos de partida, também completam a Rosa e a Sara... A Vitória voltou... e cinco para a Vera. Ainda hoje nos tratamos por "manos", porque é isso que somos, de facto e de direito, porque estar lá, foi como nascer de novo.
Permanece o sonho de la voltar... não para repetir o que fomos... Apenas para poder a voltar a ver os "sorrisos eternos", poder ouvir o coração dos tambores a ressoar nas paredes das matas,para embriagar-me de novo com o cheiro da terra vermelha.
Minha mamanhô, como hoje sei que é verdade quando me dizias: "quem bebe a água de um rio de Moçambique, não esquece mais esta terra"... Não se pode. não se consegue.
Obrigado aos LBN, Missionários e Missionárias da Boa Nova, por tudo isto que ainda hoje vivo.Obrigado manas Sara, Rosa, Vitória e Vera, pelo que me deram.
Noxukuro Moçambique.
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