Vou arrumando papelada... passeando... fazendo despedidas. Hoje fui à faculdade dar alta da mesa da biblioteca... arrumar e entregar livros... tantos, nem me tinha dado conta! Despedi-me de professores, de colegas, de um ou outro funcionário que fiquei a conhecer... trocam-se palavras bonitas que nos engrandecem a alma.
Passei uma última vez pelos anjos guardiães da luz... sempre gostei destes anjos. O chão continuava imaculado, como sempre o encontrei nos edifícios desta Universidade, às vezes até me dava raiva tanta limpeza! Cruzo o enorme campus, pelo caminho mais longo. Vou para correr o "autobus 4H"... Desisto e decido percorrer a Pio XII a pé. Vuelta del Castillo. Av. Baja Navarra. Carlos III e vou até o miradouro, deitar um último olhar pelos bairros da zona baixa da cidade.
Volto à residência... aqui ainda não é tempo de despedidas. Passo o tempo a organizar materiais... recolhendo roupa dispersa pela rouparia... esta quase na hora de ir! No coração cresce a tristeza de deixarmos os nossos companheiros de vida do último ano, e continuo a ouvir te echare de menos. As palavras fazem-nos sentir queridos, mas aumenta mais o desconsolo de uma partida, que é necessária, para que haja a alegria de reencontrar outros amigos, os de sempre, que nem 950km na distancia de um ano, chegaram para esquecer. Ate sempre. Ate já.
Volto à residência... aqui ainda não é tempo de despedidas. Passo o tempo a organizar materiais... recolhendo roupa dispersa pela rouparia... esta quase na hora de ir! No coração cresce a tristeza de deixarmos os nossos companheiros de vida do último ano, e continuo a ouvir te echare de menos. As palavras fazem-nos sentir queridos, mas aumenta mais o desconsolo de uma partida, que é necessária, para que haja a alegria de reencontrar outros amigos, os de sempre, que nem 950km na distancia de um ano, chegaram para esquecer. Ate sempre. Ate já.
Obrigado Ana por esta recordação...