Jony
De que servem as palavras se a casa esta vazia...
Casi
Estas mesmo espiritual.
Jony
et nunc tibi loquar, cornute!
Casi
Santa Maria.
Jony
Vives ai com algum bispo
Casi
Não porque?
Jony
Porque Santo António disse isto a um Bispo
Isto quer dizer: agora falarei para ti oh mitrado/poderoso/cornudo
Casi
Pois já percebi. Santo António andava possesso.
Jony
Dizem que o bispo estava distraído
Casi
É mesmo coisa de tuga, sempre a mandar uma boa no tempo oportuno… nós de facto temos mau génio de nascença.
Casi
Então os exames que tal?
Jony
O de arte crista correu muito bem
Casi
Então tens queda para a arte…
Jony
Sim… bem tenho de ir estudar…
Casi
Também eu… tenho exame de românico na segunda.
Jony
Românico! Isso é fácil…
Casi
Ai sim, então diz-me as características da escultura do 1º românico francês?
Jony
Está-se mesmo a ver, românico vem de Roma.
Casi
Já estas a meter a pata na poça e ainda só escreveste uma linha!
Jony
Ora França se frança tem romanico, Napoleão Imperador de França, Napoleão era um grande escultor…
Casi
Já vi que sabes, vai em paz.
Jony
Eu só estudei, ate as catacumbas e sobre as catequeses baptismais
Jony
o Bom Pastor, o fenix e o orante, a ancora
Casi
O Bom Pastor que está ligado ao Moscóforo, da arte grega do sec.V a.C..
Casi
E estudaste o crismon e o o tetramorfos, não?
Jony
Os amorini
Casi
Os Barberini
Jony
Putini…
Casi
Raios tapartini
Jony
4 Estações
Jony
Esta tem nome de pizza
Casi
Não… isso é de Vivaldi.
Jony
Ou de Mozart?
Casi
Não. Pisa é do renascimento.
Jony
Alguma coisa a Tchaikovski?
Casi
Não! Mozart, não era alemão? e Tchaikovski é Russo?
Jony
Ai não… paleo cristão.
Casi
De Tchaikovsky tens o Lago dos Cisnes.
Jony
Afinal… não correu muito bem.
Casi
Também tem umas estações para piano de Tchaikovski … agora nas catacumbas, eu optava pela de Priscila…
Jony
Ainda tens as catacumbas de S. Sebastião
Casi
De S. Sebastião só conheço a Ermida ai abaixo.
Jony
É na 3ªmilha da Via Ápia.
Casi
Para a via Ápia? Apanhas o 16 que passa por S. Bento
Casi
Dai Bento XVI, que mora ao fim da Via Ápia.
Jony
16 não. Esse é para o Cais do Sodrê.
Casi
Cais do Sodrê? Isso cheira-me a sotaque brasileiro.
Jony
Não. Isso é na Colina do Vaticano.
Casi
Quem? O Cais Sodré, ou a Via Ápia?
Jony
Onde o Papa mora.
Casi
O Papa moro? Mas não era alemão?
Jony
Não sei se sabes, mas dizem que o S. Pedro foi ali enterrado?
Casi
Onde? Ali ou na Cova da Moura?
Jony
No Vaticano
Casi
Coitado! Vê o que acontece quem vai ao Vaticano.
Jony
Dizem que fizeram um basílica enorme.
Casi
Vai a o vaticano e acaba enterrado.
Jony
Coitadinho. Aposto que S. Pedro foi lá para ver o Papa e morreu.
Casi
Não. Acho tinha ido lá por causa das obras. Morreu de desgosto só pode. Não gostou das obras da Basílica!
Casi
Pois! Por falar em obras, tu vens dia 24.
Jony
A igreja e inaugurada nesse dia
Casi
Qual igreja? A Basilica? Aquilo já não esta aberta a uns anos?
Jony
A da Amora
Casi
Ja esta pronta?
Jony
Não. Mas não estou a ver o que é que uma coisa tem a ver com a outra.
Casi
Pois... Tradções estupidas...
Jony
Mas é a maior igreja da Diocese e a segunda maior do pais.
Casi
Sim…uma grande paróquia. Com vídeos no Youtube e tudo!
Jony
Por amor de Deus… Poupa-me a humilhações.
Casi
Não te preocupes. Toda a gente sabe que a Amora é da Diocese de Castrata.
Jony
Por via das dúvidas, eu sou da paróquia do Faralhão.
Casi
Sempre gostaste daquela paróquia.
Jony
Claro. Sempre esteve no meu coração
Casi
Vou à missa.
Jony
Eu vou estudar. Adeus.
Casi
Beijos á prima.
domingo, 17 de junho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
Sinagoga Nacional do Império de Alá
Corriam os anos louco de 1993 a 1995 e qui ça anteriores e posteriores, e viam-se crescer as seitas por tudo quanto era sitio... vai dai, a bela trupe de amigos de sempre, também criaram uma de se nome Sinagoga Nacional do Império de Alá.
O Hino rezava assim:
deus alá
deus alá
eu vou acender uma vela
queres lilás, verde, vermelha ou amarela
deus alá eu vou acender uma vela...
Todos juntos...
Obrigado Ana por esta recordação...(não sei porque, mas este site vai sofrer uma retaliação... está aqui e está na televisão...)
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Momentos
O tempo passa... e estão quase a chegar ao fim os 9 meses de estudo... exigentes muito exigentes! A etapa final é a mais dificil... a mais desejada... a mais sofrida... a mais vivida!
Começo a recolher coisas, e à memória e ao coração vêm acontecimento, pessoas, histórias.
Levo recordações, muitas... não terei saudades dos guisantes nem das alcachofras. Levarei amigos... cá dentro onde só a amizade pode chegar.
Falta uma semana! Uma semana para ir gravando a letras e imagens de ouro, o que só Deus nos pode proporcionar! Em cada rua que passo, a cada amigo que vou vendo, penso: será que nos voltaremos a encontrar!?
Até ao fim há que aproveitar... e ainda não é desta que assisto aos Sanfirmines!

Momentos
Há momentos nossos
Dos outros,
Teus
De ninguém.
Há momentos de riso,
De choro, de canto,
De pranto,
De encanto.
Há momento de fugir
E de ficar…
Há momentos de ódio
E para amar.
Há momentos,
E não há…
Há outros…
Em que não sei o que fazer!
Casimiro
Começo a recolher coisas, e à memória e ao coração vêm acontecimento, pessoas, histórias.
Levo recordações, muitas... não terei saudades dos guisantes nem das alcachofras. Levarei amigos... cá dentro onde só a amizade pode chegar.
Falta uma semana! Uma semana para ir gravando a letras e imagens de ouro, o que só Deus nos pode proporcionar! Em cada rua que passo, a cada amigo que vou vendo, penso: será que nos voltaremos a encontrar!?
Até ao fim há que aproveitar... e ainda não é desta que assisto aos Sanfirmines!
Momentos
Há momentos nossos
Dos outros,
Teus
De ninguém.
Há momentos de riso,
De choro, de canto,
De pranto,
De encanto.
Há momento de fugir
E de ficar…
Há momentos de ódio
E para amar.
Há momentos,
E não há…
Há outros…
Em que não sei o que fazer!
Casimiro
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Santo António de Lisboa, ofm
Nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de 1195 e morreu em Pádua a 13 de Junho de 1231.O seu nome de baptismo foi Fernando Martim de Bulhões e Tavera Azevedo, filho da fidalga D. Teresa Tavera, descendente de Fruela, rei das Astúrias e de seu marido Martinho ou Martins de Bulhões. D. Teresa nasceu em Castelo de Paiva e o marido numa terra próxima. Viviam em casa própria no bairro da Sé quando o recém-nascido veio a este mundo, no ano de 1145, embora alguns apontem como data de nascimento 1190 ou 1191.
Fernando frequentou a escola da Sé e até aos 15 anos viveu com os pais e com uma irmã de nome Maria.
Rumou a Coimbra, em 1211 quando contava com 16 anos, até ao mosteiro de Santa Cruz, onde tinha à sua disposição a melhor biblioteca monacal do País. Nesse tempo era a abadia de Cluny, em França, que possuía uma das maiores bibliotecas da Europa, com um total de 570 volumes manuscritos, porque ainda não tinha sido inventada a imprensa.
Aos 20 anos professou nos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em Lisboa, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Nesta ordem monástica prosseguirá os seus estudos teológicos.
O mundo cristão vivia intensamente a época das Cruzadas. A chamada «guerra santa» desencadeada contra o Islão. E da parte dos Muçulmanos dava-se a inversa, luta contra os cristãos. Ambos acreditavam que a fé os levaria à vitória. De Oriente a Ocidente os exércitos batalham, e neste turbilhão surgem novas formas de espiritualidade. Em 1209 Francisco de Assis (S. Francisco) abandona o conforto e luxo da casa paterna, para, com outros companheiros, se recolher numa pequena comunidade, dando origem a uma nova reflexão sobre a vivência do Evangelho. É a aproximação à Natureza, à vida simples e à redescoberta da dignidade da pobreza preconizada pelos primeiros cristãos. Em poucos anos, homens e mulheres, alguns ainda bem jovens e filhos de famílias abastadas e poderosas sentem-se atraídos por esta vida de despojamento e sacrifício, com os olhos postos no exemplo de Cristo. A Portugal também chegaram ecos deste novo misticismo.
Em Janeiro de 1220 são degolados em Marrocos, pelos muçulmanos, cindo frades menores (franciscanos) e todo o mundo cristão sofre um enorme abalado. A própria Clara de Assis (Santa Clara), praticamente da mesma idade que Santo António (nasceu em 1193 ou 1194) vai querer partir para Marrocos para converter os sarracenos, mas Francisco de Assis seu amigo de infância e seu orientador espiritual não lho permite.
Santo António, já ordenado padre, decide mudar de Ordem religiosa e também ele passa a envergar o hábito dos franciscanos. È nesta ocasião que muda o nome de baptismo de Fernando para António e vai viver com outros frades no ermitério de Santo Antão (ou António) dos Olivais, na altura um pouco afastado de Coimbra, nuns terrenos doados por D. Urraca, mulher do rei D. Afonso II.
Em meados de 1220 chegam, com grande pompa religiosa, ao convento de Santa Cruz de Coimbra, as relíquias dos mártires de Marrocos e esse acontecimento vai ser decisivo no rumo da vida de Santo António.
Parte para Marrocos, sentindo também ele que é chamado a participar na conversão dos chamados infiéis. Porém adoece gravemente e não podendo cumprir aquilo a que se propunha, teve de embarcar de regresso a Lisboa. Só que o barco é apanhado numa tempestade e o Santo vê o seu itinerário alterado ao sabor de uma vontade superior. Acaba por aportar à Sicília num período de grandes conflitos armados entre o Papa Gregório IX e o rei da Sicília, Frederico II. Relembra-se que várias regiões do que é hoje a Itália unificada eram reinos independentes e este ambiente de guerras geradoras de insegurança e perigos.
Em Maio de 1221 os franciscanos vão reunir-se no chamado Capítulo Geral da Ordem, onde Santo António está presente. No final os frades regressam às suas comunidades de Montepaolo, perto de Bolonha, onde, a par da vida contemplativa e de oração, cabe também tratarem das tarefas domésticas do convento. Aqui os outros frades reparam na grande modéstia daquele estrangeiro (Santo António) e jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teológicos. Findo aquele período de reflexão, como que um noviciado, os frades franciscanos são chamados à cidade de Forlì para serem ordenados e Santo António é escolhido para fazer a conferência espiritual. E começa a falar. Ninguém até ali percebera até que ponto ele era conhecedor das Escrituras e como a sua fé e os seus dotes oratórios eram invulgares.Pelo que se sabe quando começou a falar imediatamente cativou os outros frades e a sua vida seria a partir daquele dia de pragador da palavra de Cristo. Percorrerá diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225. Por sugestão do próprio São Francisco vai ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse.
Quando S. Francisco morre, em 1226, Santo António vai viver para Pádua.
Aqui vai começar por fazer sermões dominicais, mas as suas palavras tão cheias de alegorias eram de tal modo acessíveis ao povo mais ou menos crente, que passam palavra e casa vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir. Da igreja passa para os adros para conter as multidões que não param de engrossar. Dos adros passa a falar em campo aberto e é escutado por mais de 30 mil pessoas. É um caso raro de popularidade.
A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. Os rapazes de Pádua têm mesmo que fazer de guarda-costas do Santo português tal a multidão à sua volta. As mulheres tentam aproximar-se dele para cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como uma relíquia.
Sentindo-se doente, o santo pediu que o levassem para Pádua onde queria morrer, mas foi na trajectória, num pequeno convento de Clarissas, a 13 de Julho de 1231 em Arcela, que Santo António partiu para a casa do Pai.
Depois, como é sabido, foi canonizado, em 1232, ainda se não completara um ano sobre a sua morte. Caso único na história da Igreja Católica. Já que nem São Francisco de Assis teve tal privilégio.
Os santos como Santo António, há muito que desceram dos altares para conviverem connosco, os simples mortais, que tomamos como nosso protector e amigo. O seu sumptuoso sepulcro, em mármore verde em Pádua, na igreja de Santo António é o tributo do povo que o amou e é muito mais do que um lugar de peregrinação e de oração. Através dos séculos, a sua fama espalhou-se por todos os continentes. No dia 13 de Junho de cada ano, Lisboa e Pádua comemoram igualmente a passagem por este mundo de um português que pregou a fé em Pádua e morreu em Arcela.
Em Maio de 1221 os franciscanos vão reunir-se no chamado Capítulo Geral da Ordem, onde Santo António está presente. No final os frades regressam às suas comunidades de Montepaolo, perto de Bolonha, onde, a par da vida contemplativa e de oração, cabe também tratarem das tarefas domésticas do convento. Aqui os outros frades reparam na grande modéstia daquele estrangeiro (Santo António) e jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teológicos. Findo aquele período de reflexão, como que um noviciado, os frades franciscanos são chamados à cidade de Forlì para serem ordenados e Santo António é escolhido para fazer a conferência espiritual. E começa a falar. Ninguém até ali percebera até que ponto ele era conhecedor das Escrituras e como a sua fé e os seus dotes oratórios eram invulgares.Pelo que se sabe quando começou a falar imediatamente cativou os outros frades e a sua vida seria a partir daquele dia de pragador da palavra de Cristo. Percorrerá diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225. Por sugestão do próprio São Francisco vai ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse.
Quando S. Francisco morre, em 1226, Santo António vai viver para Pádua.
Aqui vai começar por fazer sermões dominicais, mas as suas palavras tão cheias de alegorias eram de tal modo acessíveis ao povo mais ou menos crente, que passam palavra e casa vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir. Da igreja passa para os adros para conter as multidões que não param de engrossar. Dos adros passa a falar em campo aberto e é escutado por mais de 30 mil pessoas. É um caso raro de popularidade.
A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. Os rapazes de Pádua têm mesmo que fazer de guarda-costas do Santo português tal a multidão à sua volta. As mulheres tentam aproximar-se dele para cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como uma relíquia.
Sentindo-se doente, o santo pediu que o levassem para Pádua onde queria morrer, mas foi na trajectória, num pequeno convento de Clarissas, a 13 de Julho de 1231 em Arcela, que Santo António partiu para a casa do Pai.
Depois, como é sabido, foi canonizado, em 1232, ainda se não completara um ano sobre a sua morte. Caso único na história da Igreja Católica. Já que nem São Francisco de Assis teve tal privilégio.
Os santos como Santo António, há muito que desceram dos altares para conviverem connosco, os simples mortais, que tomamos como nosso protector e amigo. O seu sumptuoso sepulcro, em mármore verde em Pádua, na igreja de Santo António é o tributo do povo que o amou e é muito mais do que um lugar de peregrinação e de oração. Através dos séculos, a sua fama espalhou-se por todos os continentes. No dia 13 de Junho de cada ano, Lisboa e Pádua comemoram igualmente a passagem por este mundo de um português que pregou a fé em Pádua e morreu em Arcela.
Como todos os santos é universal.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Uma questão de cor...
Todos os dias, passam á nossa frente actitudes racistas, que matam, sem se dar por isso! Será que hoje, os homens ainda não perceberam, aque afinal a cor... é so uma questão de "ocasião".
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Se... logo...
Problemas existenciais... que na era da tecnologica fazem todo o sentido!
Quem disse que a filosofia não pertencia ao reino informático!?
Obrigado Céu! Agora sempre estou para ver o teu comentário Luis.Lol
beijos á prima...
Quem disse que a filosofia não pertencia ao reino informático!?
Obrigado Céu! Agora sempre estou para ver o teu comentário Luis.Lolbeijos á prima...
domingo, 10 de junho de 2007
Corpus Christi
Hoje, em muitas partes do mundo a Igreja celebra a Solenidade do Santissimo Corpo e Sangue de Jesus. Em Pamplona, depois da Missa houve a Procissão pela Cidade. De volta à Catedral, segundo uma secular tradição, houve o Baile de los Seises ante el Santissimo, uma dança executada por seis rapazes, que vestidos a rigor num traje palaciano de séc. XVIII, executaram as danças de inspiração medieval, numa atitude de profunda devoção e adoração ao santissimo solenemente exposto. Depois das palavras de despedida do Sr. Arcebispo, no pórtico da Catedral os Danzantes de San Lorenzo, encerraram os festejos, com um reportório cheio de movimento, que "enfeitiçou" o público.
Hoje com mais razão do que nunca faço minhas as palavras desta lindissima Oração de Santo Inãcio:
Anima Christi
(Alma de Cristo)
Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas chagas, escondei-me.
Não permitais que eu me separe de Vós.
Do inimigo maligno defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me,
E mandai-me ir para Vós,
Para que Vos louve com os Vossos Santos,
Pelos séculos dos séculos.
Amen.
Santo Inácio de Loyola
(Alma de Cristo)
Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas chagas, escondei-me.
Não permitais que eu me separe de Vós.
Do inimigo maligno defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me,
E mandai-me ir para Vós,
Para que Vos louve com os Vossos Santos,
Pelos séculos dos séculos.
Amen.
Santo Inácio de Loyola
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